Fleet Week: quando os marinheiros invadem Nova York

Eles caminham pela cidade com passos simétricos, de postura erguida, sempre fardados. Não há como não reparar os 4,5 mil marinheiros, fuzileiros navais e membros da guarda costal que desembarcam em Nova York para a Fleet Week, celebração de sete dias em nome da Marinha americana. A edição de 2017 já tem abertura marcada para o dia 24 de maio. Clique aqui para acompanhar as programações.

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Fuzileiros navais caminham em frente ao Pier 86. Foto: Carol Matzenbacher

A tradição é uma das favoritas dos nova-iorquinos que, logo no primeiro dia da celebração, garantem seus lugares na orla oeste de Manhattan (do Battery Park até o sul da George Washington Bridge) para ver de perto a chegada dos navios que desfilam pelo rio Hudson. Durante a semana, é interessante visitar os píeres onde as embarcações ficam ancoradas em Manhattan, Brooklyn e Staten Island (em 2016, eram  11 ao todo). Clique aqui para conhecer os navios.

A Fleet Week é uma verdadeira festa para os locais, para os turistas e, claro, para os marujos, que pisam em solo firme depois de um longo tempo no mar. É sempre bacana dividir Nova York com os nautas, que sabem desbravar a ilha como ninguém! Aliás, eles são grandes exploradores da vida noturna da cidade.

O cronograma da Marinha americana coincide justamente com o Memorial Day (29 de maio), feriado que presta uma homenagem àqueles que morreram enquanto serviam nas Forças Armadas dos Estados Unidos.

Durante a semana, a programação da cidade se intensifica, principalmente no Intrepid Sea, Air & Space Museum, onde é possível fazer um tour de barco pelos pontos onde as embarcações estão ancoradas.

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O Intrepid Sea, Air & Space Museum anuncia a Fleet Week. Foto: Carol Matzenbacher

A Fleet Week ocorre anualmente desde 1984. A celebração sempre coincide com o Memorial Day, feriado em memória dos militares americanos que morreram em combate.

Post atualizado em 18/10/2016.

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Carol Matzenbacher

Já morou em Indiana e Nova York, mas nunca perdeu o sotaque porto-alegrense e o bom humor. Em pouco mais de dois anos na cidade como jornalista freelancer, a Carol descobriu centenas de estranhos e desenvolveu mil e uma habilidades. Não necessariamente nessa ordem, ela é daquelas que produz, apura, filma, edita, desenha, anima e finaliza com uma pirueta tripla e um solo no violão. Você acompanha o trabalho dela por aqui, ou aos domingos, no programa Manhattan Connection.

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